
Transformando vidas de verdade
Tratamentos diferenciados e inovadores para melhor atender a vários tipos de patologia


Francine Nunes Ferreira
Médica Psiquiatra
Especialista em Psiquiatria pela Universidade Federal de São Paulo / CRM: 148.090
- Médica formada pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC)
- Residência Médica em Psiquiatria pela Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP)
- Médica colaboradora do ambulatório de Transtorno de Personalidade Borderline do PROVE da UNIFESP (Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência)
- Analista junguiana em formação pelo Instituto Junguiano de São Paulo – IJUSP filiada à International Association for Analytical Psychology – IAAP, com sede em Zurique, Suíça, matriz do movimento junguiano internacional
Visite meu Instagram: @drafrancineferreira

O olhar atual para cuidado com a saúde mental
Nunca estivemos tão doentes. O Brasil está entre os países com pior saúde mental do mundo, de acordo com o relatório The Mental State of the World in 2023.
O cenário da saúde mental no país é preocupante. Muitos sofrem, mas poucos procuram ou têm acesso a serviços especializados. Diversos fatores impedem que as pessoas recebam um tratamento adequado: preconceitos (“psiquiatra é médico de louco”), mitos (“o remédio vai me viciar”), falta de profissionais bem preparados e de condições adequadas para avaliação e tratamento (é impossível fazer uma boa consulta em 15 minutos, como acontece em alguns serviços), além da limitação financeira para pagar um atendimento de qualidade.
Diante dessas dificuldades, muitas pessoas recorrem a diagnósticos no Google, Instagram e TikTok. Isso leva à banalização dos transtornos mentais e a tratamentos inadequados, baseados em promessas milagrosas.
A saúde mental não é apenas química no cérebro ou um conjunto de sintomas a serem silenciados. Ela reflete histórias, contextos, desigualdades e o mundo que nos cerca.
Acredito em uma psiquiatria que olha além da superfície, que busca as raízes do sofrimento com profundidade e humanidade.
Cada pessoa é única, e sua dor merece ser compreendida em sua totalidade: sua história, seu ambiente, suas lutas.
Não se trata apenas de diagnosticar e medicar — é sobre escutar, enxergar e transformar.
Porque curar não é apenas tratar. É compreender, integrar.
Vamos juntos reimaginar o cuidado e construir um futuro onde a saúde mental seja verdadeiramente humana.